Dono da Choquei se pronuncia após ser preso em operação que deteve MC Poze e Ryan

Portal Léo Dias
Dono da Choquei se pronuncia após ser preso em operação que deteve MC Poze e Ryan Foto redes sociais

Raphael Sousa Oliveira, dono da página Choquei, usou o perfil para se pronunciar pela primeira vez, nesta terça-feira (21/4), após ser preso na Operação Narco Fluxo. O homem de 31 anos é acusado de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro e apostas ilegais. A ação da Polícia Federal também prendeu os funkeiros MC Poze e MC Ryan SP na estrutura que movimentou mais de R$ 1,6 bilhão.

Por meio das redes sociais, a página compartilhou um comunicado da equipe jurídica de Raphael: “Diante dos últimos acontecimentos amplamente noticiados pela imprensa nacional, a equipe que compõe a defesa técnica do Sr. Raphael Sousa Oliveira e da Choquei vem a público prestar esclarecimentos, de forma tranquila, transparente e confiante de que a verdade será restabelecida”.

Ainda de acordo com a nota de defesa, tanto Raphael quanto a empresa comandada por ele são inocentes. “A Choquei é um veículo de comunicação digital em atividade há mais de uma década, dedicado à cobertura da cultura pop, entretenimento, música, cinema e ao cotidiano do universo artístico brasileiro”, destacou a equipe.

Os representantes do dono da Choquei ainda atribuíram as quantias recebidas pela página e citadas no processo aos contratos publicitários: “Como todo veículo do gênero, mantém contratos publicitários com marcas, artistas, gravadoras, agências e anunciantes diversos, nos moldes regulares do mercado de mídia digital, com a observância das obrigações correspondentes e atuação pautada pelas normas aplicáveis à atividade publicitária”.

Raphael Sousa Oliveira foi preso pela Polícia Federal em Goiânia (GO), na última quarta-feira (15/4). Em depoimento às autoridades, o homem revelou que o faturamento mensal da página gira em torno de R$ 400 mil. O perfil principal da Choquei conta hoje com mais de 27 milhões de seguidores, número que se soma a uma rede de contas secundárias e perfis pessoais que ampliam o alcance de cada postagem.

As autoridades apuram como o mercado de entretenimento, influenciadores e artistas estariam sendo supostamente utilizados para dissimular a origem de quantias astronômicas de dinheiro sujo. Além da captura do empresário no Centro-Oeste e dos MCs no Rio e em São Paulo, os agentes cumpriram cerca de 90 mandados no rastreamento de empresas de fachada, transações envolvendo criptomoedas e transporte de dinheiro em espécie.




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