Saiba quem é Fernanda Santos, jornalista da TV Globo comparada a Wanda Chase que morreu em acidente de carro
Reprodução / Arquivo Pessoal A morte da jornalista Fernanda Santos, na última quarta-feira (18), gerou comoção entre colegas de profissão e admiradores. Com uma carreira marcada pelo compromisso com a comunicação e pela valorização da cultura negra, ela se tornou referência para uma nova geração de jornalistas, especialmente mulheres negras.
Sua trajetória é frequentemente comparada à de outras jornalistas negras que abriram caminhos na comunicação brasileira, como Wanda Chase, referência na valorização da cultura afro-brasileira com profundas raízes no jornalismo baiano — que faleceu em abril de 2025.
Com mais de duas décadas de atuação no jornalismo, Fernanda construiu carreira sólida na TV Globo, onde trabalhou como produtora e participou da cobertura de grandes acontecimentos. Reconhecida pelo profissionalismo e sensibilidade nas pautas, ela era vista nos bastidores como uma profissional dedicada e respeitada.
Ao longo da carreira, Fernanda acumulou mais de 20 anos de experiência, consolidando seu nome no telejornalismo paulista. Colegas destacam sua postura ética, generosidade e disposição em orientar profissionais mais jovens.
Um dos traços mais marcantes da jornalista era a relação com o Carnaval. Fernanda acompanhava de perto a festa e tratava o tema não apenas como entretenimento, mas como expressão cultural e identidade, especialmente da população negra.
Esse olhar também se refletia em sua atuação profissional e pessoal. Ela se destacou como inspiração para jovens negras que buscavam espaço no jornalismo, sendo frequentemente lembrada como exemplo de representatividade em um meio ainda marcado por desigualdades.
Além da atuação nos bastidores, Fernanda Santos também era reconhecida pelo engajamento em pautas sociais, especialmente aquelas ligadas à valorização da população negra e à ampliação da diversidade no jornalismo.
A comparação com Wanda Chase não se limita à trajetória profissional, mas também ao impacto cultural e simbólico de sua presença no jornalismo. Assim como a veterana, Fernanda ajudou a abrir caminhos e a consolidar espaços historicamente negados, deixando um legado que ultrapassa as reportagens e se reflete na formação de novas gerações de comunicadores.
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